Objetivos da Associação Mundial dos Exorcistas- Brasil

Objetivos da Associação À Associação tem como um grande objetivo resgatar esta Pastoral do exorcismo que estava desaparecendo na Igreja, podemos dizer esquecida, sabemos que no começo a Igreja como nos retrata o evangelho de marcos(Mc 16,17) ; “em meu nome expulsarão demônios”, aqueles que acreditarem, foi o suficiente para uma pastoral completa de cura e libertação nos primeiros século do cristianismo. Todo cristão era exorcista, tinha este poder baseado na fé em Cristo. Temos diversos testemunhos de Justino, Tertuliano, Origenes. Depois começaram a multiplicar as formas do exorcismo. Entretanto, as autoridade eclesiástica começaram a regular as regras, confiando os casos mais graves a pessoas qualificadas (Bispos, depois padres autorizados), e multiplicando os sacramentais colocando à disposição de todos, para os casos menos graves para que os leigos também pudessem ajudar na libertação. Com o passar dos anos, muitas dioceses aboliram esta pastoral, em alguns casos pelos bispos não abordarem tal assunto como uma pastoral ordinária da diocese e outro fator faz com que muitos padres não estejam dispostos, nem preparados para assumir tal cargo. O direito Canônico pedem que os Párocos atendem estas famílias e as pessoas individualmente(can. 259). Qual que mais aflige hoje nossas famílias ? Se pesquisarmos a resposta será sem dúvida o mal ( o qual chamamos de demônio), não queremos ser simplistas de querer culpa-lo por tudo, estamos falando de um bom discernimento de situações concretas. Não se trata aqui apenas regras iniciais de exorcismo. É preciso dar um ênfase em toda a pastoral de exorcismo , Cura e Libertação, não apenas considerando os casos de possessões. Nos os exorcistas, ocupamo-nos, na prática, mas de ver todos os casos em que verificamos uma intervenção maligna(satânica), que existe uma gradativa escala a começar pela contaminação, obsessão, depois a opressão e a possessão. Isto vale do princípio “natura nom facit saltus”( a natureza não dá saltos, mas progride lentamente), assim é com maligno. Antes mesmo do exorcismo propriamente dito, existe entre a situação de uma contaminação até a possessão um longo caminho, então entre o exorcismo e uma oração para libertação do qual chamamos de pequenos exorcismo(mas a Igreja sabiamente pede que se chame oração de libertação) existe também um caminho a percorrer. Sabemos antemão que a função do exorcista é libertar a pessoa da possessão, mas em todos os outros casos podemos usar de outros meios para isto: oração( pequenos exorcismo), renuncias das partições com o mal, orações de libertações, sacramento da confissão, da unção dos enfermos, sacramentais ( água benta(exorcizada), sal, óleos, a cruz), mesmo uma catequese, ou mesmo uma experiência de oração, o batismo no Espírito Santo, etc e são grandes as eficácias nestas situações, de resultados maravilhosos. O assunto é demasiadamente vasto para ser deixado a mercê de iniciativas pessoais sem nenhuma disposição precisa, até mesmo a Congregação para Doutrina da Fé enviou aos Bispos em 29 de Setembro 1985 uma carta do Cardeal Suenens retratando o assunto, mas sem resolver muitas questões, deixando fundamentalmente as disposições em vigor, dando uma confirmação que fica claro a autoridade do bispo com relação ao exorcismo e a pessoa autorizada por ele no ministério e apresentando uma sugestão que tudo seja bem claro, entre outras coisas, é preciso fixar um terminologia e estabelecer claramente a distinção entre oração de libertação e exorcismo e que dentro do ministério do possa ser ajudado por leigos, ficou claro que fica proibida as orações de exorcismo pelos leigos, mesmo que seja a oração de Leão X111 que esta muito espalhada nos grupos de orações e em muitos livros. Cabe ao leigos as orações de renúncias e o que chamamos de orações de libertações e o uso de sacramentais( água e sal abençoado(exorcizada), a cruz e dependendo da diocese o óleo abençoado) e também as orações que contém no ritual de exorcismo para os leigos rezarem. Já havia uma proposta do Padre La Grua que completava a mesma idéia; “cada diocese, o bispo deveria por ao lado do exorcista um grupo de discernimento composto por três ou quatro pessoas, incluindo médico, psicólogo e leigos conhecedores do assunto de libertação. Toda a pessoa suspeita deveriam ser trazidos este grupo que, depois do exame conveniente, encaminharia o paciente para o médico, psicólogo, exorcista ou grupo de oração . A libertação seria integrada portanto no plano normal da Pastoral dos doentes. Daí seguiria uma terapia bem articulada envolvendo os seguintes pontos: evangelização, prática guiada dos sacramentos ( batismo, penitência, eucaristia, unção dos enfermos, matrimônio), participação regular da missa, no grupo de oração ou alguma pastoral. O problema, portanto, não é só aumentar o número de exorcista e dar-lhe meios para se prepararem para que possam exercer corretamente este ministério, não podemos ficar parados neste padres pontos, estarmos abertos a outras temáticas, sabendo que não podemos ficarmos “dormindo”, enquanto o demônio não para a suas atividades . O grande objetivo é renovar nos bispos , Padres e nos leigos, já sabemos que muitos Bispos, Padre e Leigos tem esta consciência, mas falta muito a ainda sensibilidade para este problemas da libertação do povo das forças malignas.

Anúncios

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

w

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: